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18-01-2012
"Encontramos no Hepic um extenso conjunto de funcionalidades (...) para atender as áreas de CCIH"

Depois do negócio fechado em final de 2011 com o Hospital Santa Marcelina, o Hepic, Sistema de Informação da First para o controlo da infecção associada aos cuidados de saúde, chega agora à CCIH do Hospital Cidade Tiradentes, instituição que está sob a gestão da Congregação Santa Marcelina, também no Estado de São Paulo.

Integrado numa Organização Social de Saúde (OSS Santa Marcelina), o Hospital faz atendimentos de urgência e emergência médica e conta com as especialidades de ortopedia e traumatologia, pediatria, cirurgia geral, ginecologia, obstetrícia e psiquiatria. Actualmente faz cerca de 25 mil atendimentos por mês e possui 228 camas para uma população estimada de 520 mil utentes.

A instituição tem procurado no mercado produtos e serviços que “garantam mais segurança e melhoria nos processos, e que ao mesmo tempo permitam a redução de custos. Encontramos no Hepic um extenso conjunto de funcionalidades, relatórios e informações para atender as áreas de CCIH, Gestão de Riscos e Epidemiologia”, afirma a Directora presidente, Ir. Rosane.

Quanto às expectativas com a aquisição do Hepic, a Directora Técnica do Hospital, Ir. Monique é explicita. “A CCIH vem buscando as melhores alternativas que permitam, em tempo hábil, detectar e tratar as infecções hospitalares que possam acometer nossos pacientes. Fazer a vigilância epidemiológica automatizada é o desejo de muitos hospitais em todo o mundo.  A nossa expectativa com o Hepic é muito grande em relação aos alertas em tempo real e a gestão de risco. O controle dos antimicrobianos, o perfil de sensibilidade dos pacientes, o apoio à gestão do médico, e o envio automático das informações solicitadas pela ANVISA,  foram factores que contribuíram fortemente para a nossa decisão em adquirir o Hepic da First”.

Para José António, Administrador Hospitalar, o Hospital Cidade Tiradentes optou por uma “solução leve, funcional, e que efectivamente integrasse com os agentes importantes no processo de detecção automática das infecções. Temos também grande expectativa na optimização do uso de antimicrobianos”.